cover
Tocando Agora:

Dono do restaurante Paladino é investigado por suspeita de importunação sexual contra funcionária em BH

Fachada do restaurante Paladino, no bairro Braúnas, região da Pampulha, em BH Reprodução/Instagram Um dos responsáveis pelo restaurante Paladino, no bairro...

Dono do restaurante Paladino é investigado por suspeita de importunação sexual contra funcionária em BH
Dono do restaurante Paladino é investigado por suspeita de importunação sexual contra funcionária em BH (Foto: Reprodução)

Fachada do restaurante Paladino, no bairro Braúnas, região da Pampulha, em BH Reprodução/Instagram Um dos responsáveis pelo restaurante Paladino, no bairro Braúnas, na Região da Pampulha, em Belo Horizonte, foi levado à delegacia nesta terça-feira (20) após uma funcionária denunciar que sofreu importunação sexual no local de trabalho. O suspeito, Marcelo Haddad Guerra, tem 47 anos. Segundo o registro policial, a jovem, de 20 anos, trabalha como recreadora no estabelecimento. Ela relatou que chegou ao restaurante por volta das 10h20 e conversou com o homem sobre as atividades que faria ao longo do dia. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MG no WhatsApp Em seguida, a funcionária foi até a sala onde ficam guardados os materiais de recreação e foi acompanhada pelo suspeito. De acordo com o relato da jovem à polícia, ele perguntou sobre um piercing que ela tem no mamilo. Durante a conversa, o homem se aproximou, tocou os seios dela e deu um tapa nas nádegas da funcionária, sem consentimento. Ao g1, o advogado do suspeito informou que ele nega ter cometido o crime (leia mais abaixo). Agora no g1 Suspeito falou em 'brincadeira' e 'ato consentido' A recreadora disse que ficou sem reação, se afastou e pediu que ele parasse. Ainda segundo o depoimento, o suspeito minimizou o ocorrido e afirmou que era apenas uma “brincadeira”. Após receber a denúncia, uma equipe policial foi ao restaurante e abordou o homem no momento em que ele deixava o estabelecimento. Conforme o registro, ele admitiu aos investigadores que teve contato físico com a funcionária, mas alegou acreditar que o ato era consentido. O suspeito foi conduzido à delegacia para as providências cabíveis. A defesa de Marcelo afirmou, em nota, que ele nega ter cometido o crime e que confia que a investigação demonstrará sua inocência. Os advogados também informaram que a Justiça concedeu a liberdade dele nesta quarta-feira (21).